segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Amor Reprimido - Por Denny Guinevere Du Coudray


Amor?

O amor é um sentimento que nos joga para o abismo do inferno escravizando-nos pela eternidade.

Orgulho ferido, Maldade intensa, Lágrimas ocultas...

Que maldito sentimento monstruoso é este?

Qual a finalidade de nos vermos acorrentados como fracos diante tamanha ilusão hipócrita e ilusória? Porque nos contentamos em sermos escravos diante a solidão persistente?

Vós digo caros amigos, sofri desse maldito por um tempo, porém me libertei do demônio que me apoderou por momentos enganosos...

Amei, acreditei num futuro maravilhoso ao lado de quem julguei amar, e o que foi que recebi em troca? Uma facada no peito como se eu fosse um animal selvagem que precisava ser extinto de suas vidas.

Deixo claro, que apesar das desilusões que aparentemente venho a me recompor estou limpa como água cristalina da fonte divina do paraíso do éden, algo nesta história marcante e triste me fez mudar.

Nunca mais serei tola em mãos inimigas, não me deixarei levar por um rosto angelical ou por uma voz magnífica... Em todo meu ser resta frieza gélida como a madrugada de inverno do qual me congela agora.

Que não sejas irmãos! Que não sejas enganado pelo amor medíocre que vos cega impiedosamente e assim nos uniremos numa corrente contra o mal de amar.

Que eu seja perdoada pelas palavras ditas em minha oração, pois sofro com a perda constante de um amor bandido e traiçoeiro. Perdoem-me pela fraqueza e lágrimas que diante de vós derramo intensamente. Amei, porém em nenhum momento soube que meu sentimento era retribuído.

Perdoe-me mais uma vez por ser tão fútil e inútil perante vós. Ajoelho-me em prantos rogando seu nome em vão para que me salve mais uma vez do inferno que eu mesma criei.

2 comentários:

Malina disse...

Perfeito!!!

Denny Guinevere Du Coudray disse...

Fico agrdecida por ver que admira meus contos...

Obrigada pelo comentario...


Beijos MAlina